Culturall Esplanada, a nova esplanada do Centro Cultural de Pombal, situada na Praça Marquês de Pombal, vai ser inaugurada no próximo sábado, dia 16 de Junho, pelas 21:30 horas. O espaço foi recentemente concessionado ao Rancho Típico de Pombal e pretende tornar-se num dos espaços de eleição da cidade, no próximo Verão.
A inauguração vai contar com a actuação do projecto “Melech Mechaya”. Composto por um quinteto instrumental promete levar o público numa viagem festiva pela música klezmer, abraçando também momentos mais delicados e intimistas. Uma viagem musical pela tradição judaica, unindo aromas árabes, ritmos orientais, da Hungria a Israel, dos Balcãs a Nova Iorque.
Considerada actualmente como um estilo independente, a música klezmer nasceu na tradição musical da cultura judaica e foi desenvolvida a partir do século XV. O seu repertório compreende muitas danças e celebrações, bem como canções delicadas e tocantes.
Os “Melech Mechaya” são constituídos por João Graça (violino), Miguel Veríssimo (clarinete), André Santos (guitarra), João Sovina (contra-baixo) e Francisco Caiado (percussão).
A menos de um mês de Portugal conhecer os nomes das suas sete maravilhas, os 21 monumentos finalistas apostam tudo por tudo para entrar no grupo restrito dos eleitos. Os mosteiros de Alcobaça e Batalha não fogem à regra, até porque a eleição como uma das 7 Maravilhas de Portugal pode trazer grandes dividendos, em termos turísticos. Entre 100 a 150 mil euros, foi quanto o jornal Público apurou ter sido a factura para a promoção do monumento criado pelos monges de Cister. A autarquia contratou o mágico Luís de Matos para dar a cara pelo mosteiro e criar um espectáculo de magia a ser apresentado apenas no ano que vem e desdobrou-se ainda em esforços de comunicação para incentivar as pessoas a votar na sua jóia da coroa. Segundo o jornal diário, Alcobaça foi a câmara que mais dinheiro investiu na promoção do seu património. Uma reconstituição histórica do dia-a-dia dos monges dominicanos, concertos, tertúlias, a exposição Gárgulas do Mosteiro e o lançamento do livro O Mosteiro para mim é... foram as apostas da autarquia da Batalha para promover o “seu” mosteiro. Ao todo, o custo ficou pelos 12 mil euros.
A Câmara de Pombal abriu na terça-feira o concurso público para a construção de mais um troço da Estrada Atlântica. Espera-se que, dentro de ano e meio, esta via esteja terminada e que ligue a Nazaré à Praia do Osso da Baleia, em Pombal. Os trabalhos, no concelho de Leiria, mais a Sul, também estão prestes a iniciar, ligando a Praia da Vieira, Marinha Grande, à Praia do Pedrógão, Leiria. O troço, com 22 quilómetros, será construído a partir da zona Norte da Lagoa da Ervedeira, Leiria, com uma largura de seis metros e terá com uma ciclovia, tal como as secções já construídas da Estrada Atlântica, nos concelhos da Nazaré, Alcobaça e Marinha Grande. Orçada em 3.2 milhões de euros, esta via contará uma bifurcação que dará acesso à Praia de Osso da Baleia e ao futuro Parque de Campismo Ecológico do Osso da Baleia. “A estrada é um projecto-âncora com muito potencial turístico que será financiado em 370 mil euros pelo programa Pictur. O restante terá de ser suportado pela autarquia que vai tentar, em conjunto com a Câmara de Leiria, obter verbas junto do QREN”, explica o vereador do Ambiente, de Pombal, Michäel António. O autarca explica que há a vontade implícita da Figueira da Foz de prolongar a Estrada Atlântica até às praias do concelho, o que, para o autarca, potenciará o turismo da região.
Parque ecológico avança
A primeira fase do Parque de Campismo Ecológico do Osso da Baleia está prestes a chegar ao fim. Os trabalhos iniciais tiveram o objectivo de recuperar as antigas valas de água existentes no local, requalificar a envolvente da Lagoa de São José, erradicar espécies invasoras, como a acácia, e sua substituição por plantas autóctones. Foi ainda criado um circuito de interpretação ambiental. Para a segunda fase, está prevista a implantação de bungalows de madeira e outras estruturas amigas do ambiente, segundo um estudo elaborado pelo Instituto Superior Técnico. Até ao Verão, estão também previstas intervenções para o estacionamento da Praia do Osso da Baleia, criação de um corredor para veículos prioritários e de emergência e sombras para os automóveis.
A Leirisport, empresa municipal que gere os equipamentos desportivos no concelho de Leiria, admite que a realização de uma feira de automóveis usados no Centro Nacional de Lançamentos, junto ao Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, causou estragos no relvado do recinto, embora tenha assegurado, há uma semana, que alguns dos seus técnicos estavam a monitorar a situação.
“A compactação do solo compromete a adequada respiração das plantas que constituem o relvado, levando ao amarelecimento constatado”, refere fonte da empresa municipal que assegura que “a aparente degradação não nos causou nem causa preocupações, por ser perfeitamente reversível”.
Assegurando que os trabalhos de recuperação estão já em curso, a mesma fonte da empresa sublinha que eventos deste tipo, “que permitem angariar receitas”, continuarão a ser realizados neste ou noutros locais sob sua gestão, “para fazer face aos custos de funcionamento, desde que não ponham em causa a integridade ou sua vocação principal”. A Leirisport sublinha ainda que os trabalhos estavam previstos para esta época do ano e que não acarretam quaisquer custos adicionais para a empresa.
São professores, vêm da Bélgica, Reino Unido, Hungria e Portugal, e todos eles partilham a mesma missão: ensinar reclusos com baixas qualificações a ler, escrever, utilizar computadores e outras competências úteis na vida profissional. Envolvidos no projecto europeu Sócrates, nove docentes visitaram, na semana passada, o Estabelecimento Prisional Regional de Leiria (EPRL), numa iniciativa que tem como objectivo criar um manual escolar para adultos.
Em Leiria, os professores tomaram contacto com métodos de trabalho, falaram com reclusos e trocaram experiências. “Trata-se de uma iniciativa que prevê a colaboração dos alunos na elaboração de conteúdos para um manual de leitura para adultos e de outros materiais pedagógicos”, explica Maria João Lopes, docente no EPRL.
Jackie Bradshaw, do Reino Unido, refere, por seu turno, que espera que o trabalho resulte numa ferramenta internacional que possa ser usada não apenas nas prisões, mas também na educação de adultos fora deste regime. Uma tarefa que é facilitada pelos pontos de contacto entre os vários sistemas prisionais. “As organizações portuguesa e belga são semelhantes”, refere Yves Aerts. O professor afirma que tanto a sobrelotação das prisões como o baixo nível de escolaridade dos reclusos caracterizam os dois sistemas.
Curiosamente, este trabalho pedagógico só é possível graças à sobrelotação das prisões. O director do EPRL, João Pessoa, diz que, à medida que há menos reclusos, devido à adopção de pulseiras electrónicas, penas de trabalho comunitário e alterações ao Código Penal, também o investimento noutras actividades tem regredido. Razão pela qual, o responsável prevê muitas modificações e mesmo o fim de várias iniciativas deste tipo. “A criminalidade também está a mudar. Há crimes ligados a gangues e a drogas complicadas como a cocaína que aumentam a agressividade, ao contrário do que acontecia com a heroína”, explica João Pessoa.
O EPRL é um estabelecimento misto que serve 12 comarcas e que alberga reclusos em prisão preventiva ou com penas até seis meses. Projectado como cadeia comarca de Leiria, com capacidade para 110 reclusos, na segunda metade do século XX, o EPRL tem actualmente 160 presos.
O GPS-Grupo de Protecção Sicó organiza a partir de hoje e até domingo a quinta edição da Festa da espeleologia que servirá ainda para comemorar o 10º aniversário da associação. O evento conta com a presença de espeleólogos nacionais e estrangeiros e serve para divulgar o património natural e cultural no Maciço Calcário Sicó-Alvaiázere. Durante o evento, haverá espaço para mergulho subterrâneo, limpeza do algar da Lagoa e desobstrução e exploração de cavidades, um pequeno workshop de arqueologia e um passeio pelo património arqueológico e histórico das Terras de Sicó. Foi num evento deste tipo que, pela primeira vez, foi ultrapassada a barreira dos cem metros de profundidade no maciço cársico da Redinha.
Leiria poderá vir a ter um Campus de Justiça dentro de pouco tempo. A nova infra-estrutura concentrará tribunais, vários serviços judiciais, de registo, notariado, medicina legal e Polícia Judiciária num só local. O campus deverá ser criado em terrenos da prisão-escola, como já foi referido pelo ministro da Justiça, Alberto Costa, numa visita recente a Leiria. Através desta medida, anunciada no Portal do Cidadão, o Ministério da Justiça pretende simplificar e facilitar o acesso ao público, e melhorar o funcionamento das instituições judiciais. “Em concreto e em termos formais, ainda não há nada”, diz o representante do Sindicato dos Funcionários Judiciais, Augusto Neves, que refere que a ausência de uma data para a criação do campus leva a crer que não será uma medida concretizada a curto prazo. O círculo de Leiria vai ainda receber um Juízo de Execução, no Tribunal Judicial, e um Juízo Liquidatário, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria. Estas duas medidas foram aprovadas no âmbito de uma Resolução do Conselho de Ministros que contempla um programa de medidas urgentes para a melhoria da resposta judicial. A tutela tem ainda em curso um projecto de obras para ampliação dos tribunais, cujos edifícios datem dos anos 60 a 80, criando 50 novas salas de audiência, num investimento que ronda os 3.5 milhões de euros, dinheiro que resulta da racionalização de custos com a Justiça, através da introdução de novos modelos de gestão, alienação de património desnecessário ao exercício das funções de Justiça.
O primeiro troço da A17, auto-estrada que ligará a Marinha Grande a Mira, a partir de 2008, foi inaugurado no domingo. A via permite, para já, circular entre a Marinha Grande e Louriçal, no concelho de Pombal. Uma extensão de 32 quilómetros que beneficiará milhares de condutores obrigados, até agora, a viajar na congestionada e perigosa EN 109, entre Leiria e Figueira da Foz.
A segurança da nova via foi um dos pontos sublinhados pelo ministro das Obras Públicas. Mário Lino esteve presente na cerimónia de inauguração e foi bombardeado pela presidente da Câmara de Leiria, Isabel Damasceno, que considerou que a obra chegou “muito atrasada”, prejudicando o desenvolvimento de uma região rica em PMEs.
A autarca alertou ainda o ministro para a necessidade de construir uma ligação rápida entre as auto-estradas A1 e A8, o IC36, via prometida há uma década e nunca construída. Isabel Damasceno aproveitou ainda a presença dos órgãos de comunicação nacional para dar o seu apoio público á construção de um novo aeroporto na Ota.
Mário Lino, por seu turno, num discurso muito marcado pelo discurso político oficial do Governo, assegurou que o estudo de impacto ambiental para a construção do IC36 vai avançar ainda durante o mês de Junho e sublinhou que os investimentos na região nunca se vergarão às escolhas politico-partidárias.
No total, a A17 deverá custar 613 milhões de euros. O troço ontem aberto ao tráfego rondou os 190 milhões de euros. A portagem entre Louriçal e Leiria custa cerca de 2.5 euros.
Polémica marca obra
Os trabalhos de construção, foram marcados por muita contestação de moradores e autarcas que consideram que a obra avançou sem serem acauteladas medidas básicas de segurança, cortou localidades ao meio e condicionou a circulação em vias muito utilizadas.
Foi o caso de um túnel na localidade de Bajouca, Leiria, cuja largura não permitia, simultaneamente, a circulação de peões e veículos. Depois de uma vigília promovida pelos moradores junto à obra, a Câmara de Leiria e a Estradas de Portugal chegaram a um acordo que previa a ampliação do túnel, com a autarquia a suportar os custos.
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